segunda-feira, 11 de maio de 2020

SESSÃO REPOSIÇÃO SALARIAL


   Reunião das comissões de justiça e redação, finanças e orçamento e educação e serviços públicos.
02 sessões extraordinárias.
Motivo ; 03 projetos voltados para reposição salarial:
Servidores da câmara – 4,50%
Servidores públicos: 4%
Magistério – professores nível 1 – 12,84%
Nível 2,3,4,5 – 4%
    Todos retroativo a janeiro.

    Depois de serem discutidos e dados parecer favorável em todos os 03, seguiu para as sessões extraordinárias.
    O dos servidores da câmara passou sem nenhuma discussão.
    O dos servidores (SINSERG) foi apresentado por Bozó toda negociação com o governo e porque foi solicitado pelo sindicato que o projeto tramitasse em caráter de urgência.
    O teto seria no valor de 4,48% retroativo a janeiro e foi negociado e aceito pela categoria o valor de 4% retroativo a janeiro, para ser pago já a partir da folha de maio sendo que o retroativo será dividido.
     A urgência deu-se por conta das declarações do presidente Bolsonaro que afirma que vai congelar e vetar qualquer tipo de aumento ou reposição salarial de servidores públicos.
     Da parte dos professores, com a presença da presidente da APLB, professor Leonaci e a vive Nilda.
    A negociação entre categoria e governo foi à seguinte:
    Nivel 1 – 12,84, retroativo a janeiro, devido à lei federal 11.738
    Demais níveis 4% com a garantia do governo em acordo firmado em papel com a APLB de sentar em junho e negociar o outro percentual.
    A sessão se estendeu até as 14:30 devido na tabela não ter vindo os 12,84% para os professores nível 1.
    O governo alegou que seria automaticamente devido ser legislação federal, mas a categoria queria a garantia de ter explicito na lei municipal.
    Depois de levantado algumas observações por Cicynho e Bozó as discussões se estenderam.
    Ressalva-se a postura do presidente Uziel que suspendeu os trabalhos para que as representantes da categoria tivessem direito a voz e juntamente com os vereadores dirimir toda e qualquer dúvida.
    Na discussão Rita falou que votaria contra por que achava pouco os 4% e que o prefeito teria imposto não dando outra alternativa aos profissionais, o que foi discordado pela própria presidente da APLB.
     Por sua vez Bozó mostrou que votando contra, não estaria apenas tirando 4% dos servidores, mas também mais 20% contando os messes de janeiro a maio. Somando 5 meses X 4% = 20% além dos professores terem prejuízos futuros quanto a aposentadoria etc...
    Outros vereadores também entraram nas discussões, a exemplo de Bagatine, Adriano, Genivam e Gil Santana.
    No final da votação, todos os presentes votaram a favor, inclusive Rita, que foi convencida pelos pares.

Ausentes:
Jr. Matos
Calheira
Fábio

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