segunda-feira, 1 de junho de 2020

DESEMPENHO DE RUI COSTA E ACM NETO SEGUE EM ALTA


    Segundo pesquisa A Tarde-DataPoder360, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), e o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), continuam com mandatos bem avaliados pela população.

    A pesquisa mostra que 57% dos baianos consideram a gestão do petista ótima ou boa. Já 76% dos soteropolitanos acham o mesmo do governo de Neto.

    Divisão de estudos do jornal digital Poder360, o DataPoder360 realizou levantamentos com dois recortes diferentes, entre os dias 25 e 27 de maio. Na etapa estadual, foram ouvidas 2.500 pessoas, em 209 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Em Salvador, o instituto entrevistou 800 pessoas. Os números têm margem de erro de 3,5 pontos percentuais. Ambas as pesquisas foram feitas por telefone e possuem intervalo de confiança de 95%. Desta vez, o estudo não trouxe avaliações sobre como baianos e soteropolitanos têm encarado o trabalho de Rui e Neto no combate ao novo coronavírus (Covid-19).

    Os resultados revelam que a avaliação positiva de Rui cresceu quatro pontos em relação ao levantamento anterior, feito entre 11 e 13 de maio, quando ótimo e bom representavam 53% da população. Já aqueles que consideram a gestão regular saíram de 34% para 26%. Ruim e péssimo oscilou de 10% para 11%; não sabem ou não opinaram, de 3% para 6%.

    O prefeito ACM Neto teve oscilação negativa na avaliação entre as duas pesquisas, mas ela ainda permanece acima da média baiana. Ela caiu de 79% para 76% de ótimo e bom, enquanto o trabalho dos prefeitos é visto da mesma forma por 47% da população do estado. Regular saiu dos anteriores 15% para 20%; ruim e péssimo, de 1% para 3%. Não sabem ou não opinaram eram 1%. Agora, são 5%.

    Rui viu um salto na sua popularidade em Salvador nos últimos 15 dias. Aqueles que avaliam o governo como ótimo e bom saíram de 63% para 71%, um aumento de oito pontos percentuais. Os que acham a administração regular somam 17% contra 28% da pesquisa anterior. Ruim e péssimo saíram de 5% para 8%. Não sabe ou não opinaram permaneceram em 4%.

FONTE: ACESSEPOLÍTICA

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